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Na tarde desta quarta-feira, enquanto os ministros votam o HC de Lula no Supremo, um pequeno mas aguerrido grupo de ativistas organizados pela Frente Brasil Popular protesta na Praça Alencastro, em frente à prefeitura de Cuiabá, capital do Mato Grosso. Maior produtor de soja e carne do país, a terra do ministro da Agricultura Blairo Maggi e do ministro do STF Gilmar Mendes é pródiga em adesivos a favor de Bolsonaro nos vidros de pickups caríssimas. Ainda assim, os manifestantes lutam para superar o altofalante com música sertaneja da estação de ônibus em discursos contra a condenação do ex-presidente, a possibilidade de um novo golpe dentro do golpe e a hipocrisia da elite que quer prende-lo sem provas e impedir sua candidatura à presidência enquanto notórios bandidos seguem soltos. Entre os exemplos, além dos conhecidos nacionalmente como os senadores Aécio “um que a gente possa matar” Neves e Zezé “helicóptero de cocaína” Perrella, os militantes de partidos de esquerda como PT e PCO lembram do próprio prefeito da cidade, Emanuel Pinheiro. Do mesmo partido de Temer, o MDB, o ex-deputado foi flagrado em vídeo divulgado em agosto de 2017 deixando cair pra fora dos bolsos do paletó fartos maços de dinheiro de propina entregues pelo chefe de gabinete do ex-governador Silval Barbosa, também do MDB. Até hoje Pinheiro não conseguiu explicar a origem do dinheiro vivo e uma CPI instalada na Câmara dos Vereadores se arrasta dominada por governistas. Nos panfletos e jornais distribuídos à população, a verdade fica clara: a injusta condenação de Lula é apenas uma forma de barrar projeto de nação da esquerda em favor da entrega de nossas riquezas e soberania com prejuízo para a maioria da população.

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