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Fé e Esperança

Sérgio Pereira de Souza

Pequeninos e o Reino dos Céus, falsos pastores, consumismo, o choro de Jesus, a Ceia do Senhor e a vida em uma comunidade realmente cristã estão entre os assuntos abordados de forma simples e direta por Sérgio Pereira de Souza em Fé e Esperança. São pensamentos, orações e histórias pessoais traduzidos em textos sem nenhuma pretensão que não seja compartilhar esses sentimentos com quem tenha interesse genuíno em comungar da mesa de Cristo. Apesar de produzidos durante os cerca de 30 anos entre a morte do filho caçula e a perda recente da esposa, as reflexões celebram a vida sem pieguices nem lamentações contra Deus ou o destino. São peças de resiliência do coração e exaltação da criação nas quais o sofrimento não é escondido, mas jamais representa o centro da existência.

A obra, talvez, abra a porteira para outros livros do autor, reunindo textos que hoje estão guardados em pastas de papelão, como no passado, embora tenham sido digitados em modernos computadores. Oremos, pois, com fé e esperança, para que possamos folheá-los em um futuro não muito distante.

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Memórias do menino e do homem (e dos bichos)

Sérgio Pereira de Souza
Lembranças, reflexões, crônicas, poemas quase em prosa, um texto da esposa enviado a uma amiga (Denise Felipe, a revisora do livro que o devolveu para inclusão na edição), conversas de árvores, cartas de cães e até a filosofia de um banco de jardim. Nessa segunda coletânea de textos escritos nos últimos trinta anos, sentimentos e memórias tomam a frente, deixando os pensamentos religiosos em um segundo plano. Sérgio Pereira de Souza segue pintando com palavras o cotidiano do casal que passa da meia idade à velhice aprendendo a sobreviver à perda do filho mais jovem. As descrições precisas da infância na fazenda, dos clubes e gafieiras do Centro de São Paulo nos anos 1960 e do sossego da praia de Barequeçaba, em São Sebastião, desenham na mente do leitor os cenários por onde o autor passou durante quase noventa anos.

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Quer que desenhe?
Imagens, fake news e mudança no modo
de pensamento

Vinicius Souza

O livro que agora vocês têm em mãos é fruto de uma dúvida básica: por que as pessoas estão lendo textos, especialmente na internet, e muitas vezes não conseguem compreender o que está escrito ou até interpretam o exato oposto do que foi dito?

Quer que desenhe? extrapola a tese original do filósofo tcheco-brasileiro Vilém Flusser de que vivemos numa pós-história orientada ao visual para a hipótese de que estamos “lendo” todas as produções midiáticas da contemporaneidade, incluindo os textos escritos, como se fossem imagens.

No pensamento mágico-imagético-circular, os preconceitos e emoções mais básicas, como ódio, desejo e medo, valem mais do que o raciocínio de causas e consequências.


Isso é um campo fértil para as fake news e o fascismo. Mas sempre podemos imaginar e esperançar saídas.

Jornalismo Independente do Analógico ao Digital

15 anos de MediaQuatro

Vinicius Souza e Maria Eugênia Sá (MediaQuatro e Jornalistas Livres)

Prefácio de Laura Capriglione  (Jornalistas Livres)

Histórias de bastidores, tecnologia e grandes reportagens no Brasil, África, Ásia, Europa e América Latina.

Editora Casa Flutuante

América Minada

Sob uma fina camada de terra, poeira ou capim se esconde um perigo mortal em pelo menos 10 países do continente americano: as minas antipessoal. Armas proscritas pelo Tratado de Otawa desde 1997, seguem ferindo, mutilando e matando civis e pessoal militar, velhos e crianças, homens e mulheres. Tão terrível quanto esse fato é o silêncio quase total da mídia, tanto local como internacional, encobrindo dos olhos e ouvidos da população as tragédias cotidianas particulares e as ações e atitudes de governos e grupos armados.

Angola

A Esperança De

Um Povo

Angola vive hoje um momento diferente, uma mudança completa em poucos meses. Seu povo quer mostrar sua cara, se identificar, se conhecer, se enxergar. Não como pobres africanos que necessitam de ajuda, mas como um povo orgulhoso que enfrenta de cabeça erguida sua difícil situação e tem esperança no futuro próximo. A fotografia é também instrumento dessa mudança. E por isso é tão importante colocar seus rostos em película.

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